Archive for August, 2011

Gonzalo & Al Di Meola Rehearsing For Upcoming Tour

IMPROVIJJAZZ NATION Magazine by Rotcod Zzaj

Gonzalo Rubalcaba – FAITH: Yet another pace change for my all-day reviewing session… Gonzalo’s CD requires dedicated listening… in other words, you don’t just pull these 15 tunes up in your playlist & put them in “background” mode.  As you listen to the talented introspection of “Maferefun Iya Lodde Me“, for instance, you’ll clearly know what sonic beauty sounds like… I (simply) love this tune!  The upbeat & lively pace on the 5:32 “Oro” definitely made it a golden listen for me!  It was Gonzalo’s totally solid interpretation of the Davis/Evans tune “Blue In Green” that captured my vote for favorite piece, though… simply beautiful!  I give Mr. Rubalcaba my MOST HIGHLY RECOMMENDED, particularly for those who love well-thought-out piano works.  The “EQ” (energy quotient) rating is 4.97.

Improvijaazation Nation Magazine

Rotcod Zzaj

Gonzalo Rubalcaba – Discovery: Live at Montreux FRIDAY, OCTOBER 29, 2010 Music for Nothing Blogspot

Discovery: Live at Montreux

Unless you sit around listening to shitty street punk all day, you’ve probably heard a lot of very talented musicians. But how often do you hear a real virtuoso? Not just some guy who shreds on a guitar real good, but somebody that defies you to believe that they’re even playing what they’re playing? Gonzalo Rubalcaba is that dude. This is the then-27-year-old pianist’s second public appearance in North America after being isolated in his native Cuba previously. This captures him playing in a trio with the ubiquitous Charlie Haden on bass and Paul Motian on drums, but the focus is on Rubalcaba all the way. By the time he finishes the first cut – Monk’s “Well You Needn’t” – you’re left gasping for breath and grasping for adjectives at the sheer force of it all. He come out on FIRE, launching run after run with astonishing clarity and creativity, breaking out some Cuban rhythm and displaying classical delicacy where required. Unbelievable.

Newport Jazz Festival Review: By RICK MASSIMO Journal Pop Music Writer

Rhode Island News:

While mainstage closers guitarist Al DiMeola and pianist Gonzalo Rubalcaba were denied the rest of their band due to visa problems, the duo managed some lovely moments, as well as some real fire on the closing “Mediterranean.”

 

The Providence Journal / Ruben W. Perez

 

Gonzalo Rubalcaba plays the piano as he performs with Al DiMeola on the main stage Saturday at the Newport Jazz Festival in Newport. The festival continues Sunday.

 

 

 

Jazz in Marciac : Days Five & Six

Comme beaucoup d’autres musiciens, Al Di Meola est passé par le fameux Berklee College of Music, il y étudie de 1971 à 1974 avant de rejoindre cette même année le groupe de Chick Corea Return to Forever. Il effectue par la suite plusieurs tournées mondiales avec Chick Corea. En 1980 il s’associe à John McLaughlin et Paco de Lucia pour la formation d’un trio d’exception. Depuis le début des années 1990, Al Di Meola a enregistré dans des contextes très divers en s’orientant de plus en plus vers la World Music. Ce soir il est rejoint par le pianiste Gonzalo Rubalcaba, une association qui risque de faire des étincelles. Le guitariste et le pianiste sont accompagnés de Peo Alfonsi à la guitare, Fausto Beccalossi à l’accordéon et Peter Kaszas à la batterie. Les musiciens ont choisi de nous interpréter un répertoire inédit, Al Di Meola précise qu’ils ne l’ont encore jamais joué ensemble. Le répertoire est composé de pièces très courtes. Parfois en duo, parfois en trio, parfois en quintet. L’accordéoniste Fausto Beccalossi, siffle ses solos en même temps qu’il les joue. Al Di Meola nous propose ensuite d’écouter quelques prestations en solo. Les musiciens quittent tous la scène, à l’exception du pianiste Gonzalo Rubalcaba. Le pianiste se concentre, prend son tomps, puis rompt le silence de manière très douce, il enfonce à peine les touches du clavier et maintient en haleine toute la salle pendant toute la durée de la pièce. Le pianiste qui ensuite la scène pour laisser place à la guitre d’Al Di Meola qui commence à jouer seul puis est rejoint par Peo Alfonsi et Fausto Beccalossi.  Pendant le solo d’Al Di Meola, Peo Alfonsi fait se sert de sa guitare comme percussions en frappant sur la caisse de résonnance avec sa paume. Les musiciens saluent le public avant de revenir sur scène pour le rappel, dès les premières minutes du morceau, une pluie diluvienne s’abat sur le chapiteau, tous les bénévoles courent s’abriter sous l’aile gauche, les musiciens s’arrêtent quelques secondes et lèvent la tête vers le ciel. Nous écoutons en silence le battement des gouttes d’eau qui retentissent sur la grande toile, puis la musique reprend son cours sous les applaudissements du public. Après ce premier rappel, le public en redemande, et les musiciens reviennent sur scène une seconde fois pour notre plus grand plaisir. Un très beau moment de musique que nous avons partagé avec ces cinq artistes.

Gonzalo Rubalcaba: Fe (5Pasion) By Fernando Gonzalez

The brittle condition of record labels (and not only jazz labels), has nudged artists into a do-it-yourself approach, and why not?. Cuban pianist Gonzalo Rubalcaba has launched his own label, 5Pasion. Its first release is Rubalcaba’s  (Faith), a challenging solo piano recording including both originals and standards. This is no conventional, toe-tapping fare. Historically, in Rubalcaba’s approach elements of jazz, classical, (Cuban) traditional and popular music, have informed his playing and writing. In , Rubalcaba blurs the lines once more, while taking a decidedly exploratory approach. He deconstructs “Blue in Green,” (twice), and Dizzy Gillespie’s “Con Alma” (three times), and uses the harmonic structure of John Coltrane’s “Giant Steps” as the basis for his own “Improvisation 1” and “Improvisation 2.” These pieces, and his own, play out as starting points from where he launches examinations of textures, space, counterpoint, melodic variations and more. It’s a work that suggests and demands, appropriately, a leap of Faith.

 

Festival de Jazz traz a Luanda elenco de luxo- Jerónimo Belo- Crítico de Jazz / Divulgador – 10 de Julho, 2011

Festival de Jazz traz a Luanda elenco de luxo

 

Depois de alguma ansiedade, o povo do jazz já sabe quais são as estrelas que vão brilhar nas noites luandenses nos dias 29, 30 e 31 de Julho durante o mais ambicioso Festival de Jazz organizado no país.
Num dos espaços mais simpáticos da Ilha de Luanda, a direcção do Luanda International Jazz Festival realizou na passada terça-feira uma conferência de imprensa com uma organização irrepreensível, para anunciar, em clima de maré alta, os nomes dos músicos, cantores e bandas confirmados para esta terceira edição.
A Banda Maravilha, Emanuel Kanda e Kizua Gourgel, os guitarristas Yami e Simons Massini são os representantes de Angola. A cantora Mayra Andrade, de Cabo Verde, o senegalês Ismael Lo e o músico/cantor português Rui Veloso são igualmente presenças confirmadas. Da África do Sul há que destacar alguns nomes e agrupamentos sonantes: Liquideep, Black Cofee, Jonathan Butler e a incontornável Sibongile Khumalo.
O saxofonista moçambicano Moreira Chonguiça e a cantora italiana Roberta Gambarini também vão fazer ouvir as suas vozes no Atlântico.
De Cuba, onde desde os anos 40 do século passado o Jazz e as músicas latino-americanas vivem um intenso e frutífero relacionamento musical vem o genial pianista Gonzalo Rubalcaba, para realçar a mais sólida formação de Jazz desde sempre – o trio (piano, contrabaixo e bateria). Não precisam de ninguém e toda a gente necessita deles, como disse exemplarmente o poeta francês Jean Wagner. A arte do trio.
O modelo criado em 1939 pelos Swingsters de Nat King Cole com o guitarrista Oscar Moore e o contrabaixista Wesley Prince e as fórmulas sugeridas por Ahmad Jamal e Bill Evans nos anos 50 para trios de piano, contrabaixo e bateria e seguidas por muitos pianistas de renome (Oscar Peterson, Errol Garner, Thelonius Monk, Phineas Newborn Jr., Red Garland, Bud Powell, entre outros) estão longe de estar esgotados. O inquieto e inventivo pianista cubano Gonzalo Rubalcaba, que se tem multiplicado em vários projectos como líder ou acompanhante, sendo já um nome incontornável do grande Jazz da actualidade, vai seguramente proporcionar-nos momentos encantadores com a sua arte.  A sua presença em Luanda vai certamente confirmar a completa transformação operada, ao longo dos últimos anos, no seu estilo pessoal, de início muito subjugado pelo virtuosismo impressionante de que fazia alarde no início da sua carreira.
Agora, depois dos seus concertos a que tive o privilégio de assistir nos Estados Unidos no Montrey Jazz Festival, com Dave Holland (contrabaixo), Chris Potter (sax tenor) e Eric Harland (bateria) em 2007 e mais recentemente em Portugal, no Guimarães Jazz, Gonzalito, como é carinhosamente chamado pelos seus compatriotas, está muito mais contido, incomparavelmente mais “musical” e menos tecnicista nas suas divagações improvisadas, para além de se confirmar como um compositor inspirado, de mão cheia, e um arranjador completo e brilhante, dando-nos a ouvir um neo-bop alatinado, ameríndio, muito estimulante.

Representante importante da absorvente corrente afro-cubana do Jazz actual, Rubalcaba e seus companheiros afastam-se dos exotismos em que muitos músicos por vezes caem, propondo-nos um jazz vibrante, de extrema seriedade e, ao mesmo tempo, caloroso e emotivo. Os Estados Unidos, onde o Jazz nasceu entre finais do século XIX e inícios do século XX, têm como representantes o grupo Spyro Gyra, que pratica um Jazz que Miles iniciou na década de 60, o chamado jazz fusion, explorando novas sonoridades, novas estruturas semânticas, cruzando caminhos com o rock e certa pop-music de vangurda. Uma música iluminada, cheia de cintilações rápidas, dinâmicas e fulgurantes.
E para além da encantadora Dee Dee Bridgewater, que provavelmente nos vai brindar com o seu mais recente projecto, dedicado à inesquecível Billie Holiday (“To Billie with Love”), na medida em que vem acompanhada do pianista Edsel Gomez, um grande músico que há muitos anos acompanha a cantora noutros projectos, excelente arranjador e o responsável pela direcção musical deste projecto dedicado a Billie, vamos ter ainda a presença de Macy Gray e do trompetista Roy Hargrove, que pertence à geração de músicos pós-Winton Marsalis, que aproveitou a onda do revivalismo do Bop e as credenciais de grande tecnicista para iniciar uma carreira de sucesso. Hargrove tem gravado algumas experiências no âmbito do chamado Jazz latino e, à semelhança de outros “jazzmen” da sua geração, enveredou por explorações rítmicas mais próximas da juventude afro-americana: o soul jazz, o hip-hop e outos, no seu projecto eléctrico RH Factor. Roy Hargrove, que vai tocar em quinteto, vai brindar-nos ainda com a frescura e amplitude de uma voz feminina convidada – a italiana Roberta Gambarini, uma das mais talentosas cantoras europeias do momento.

 

Jazz in Marciac: festival de duos de prestige

Jazz in Marciac: festival de duos de prestige

“Nous avons essayé de privilégier les rencontres entre grands musiciens”, a relaté à l’AFP Jean-Louis Guilhaumon, directeur et co-fondateurs du festival.Résultat: une cascade de duos mémorables entre pointures du jazz. Exemples: les pianistes Michel Camilo et Chucho Valdes (2 août), le guitariste italo-américain Al Di Meola et l’excellent pianiste cubain Gonzalo Rubalcaba (2 août) ; le saxophoniste Joshua Redman et l’incontournable pianiste Brad Mehldau, habitués à jouer ensemble (31 juillet) ; le pianiste Ahmad Jamal, fidèle de Marciac, et le saxophonisteYusef Lateef pour une rencontre inédite sur scène (8 août) ; les guitaristes John Scofield et John McLaughlin (30 juillet) ; sans oublier une soirée brésilienne pour célébrer le demi-siècle de la Bossa nova, avec le chanteur Carlos Lyra et la truculente diva jazz brésilienne Leny Andrade (10 août)…

Parmi les autres événements, figurent la venue du géant vocaliste

Al Jarreau (1er août), celle du pianiste arménien Tigran Hamasyan (8 août), ou encore un hommage à Chet Baker par le trompettiste Roy Hargrove (6 août)…

NewsTime- JAZZAHOLIC- “SIX OF THE BEST” – CD REVIEWS By Don Albert Thursday, August 04, 2011

Excerpt …For full article please visit  Jazzaholic

Fé … Faith from Gonzalo Rubalcaba, on which he has also been blessed with a wonderful piano sound on this, his first recording on his own label, 5Passion. In his faith for the Creator Rubalcaba goes into dark passages looking deep into his soul. The introverted passages are brightened by his crystalline single finger runs, making each note sparkle like stars coming out at night. At times he shifts through improvisations based on Coltrane’s “Giant Steps”, Miles ”Blue in Green” and Gillespie’s “Con Alma”. It’s demanding listening, and that‘s what you have to do to reap the rewards of this album.

Return top